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quarta-feira, 13 de dezembro de 2006
Morte de Pinochet coincide com o Dia Internacional dos Direitos Humanos
Ditador Chileno fez nossos chargistas esquecerem o apagão aéreo de Lula
A morte do ex-ditador chileno Augusto Pinochet, acusado entre outros crimes de genocídio, coincidiu com a celebração do Dia Internacional dos Direitos Humanos.
A organização Anistia Internacional (AI) disse, em Londres, que a morte do ex-ditador Pinochet "chama a atenção" dos Governos para a necessidade de uma justiça rápida para impedir que os culpados por violações de direitos humanos escapem da justiça.
"A morte do general Pinochet deveria chamar a atenção das autoridades do Chile e de todos os Governos, recordar-lhes a importância de uma justiça rápida no que se refere a crimes de direitos humanos, algo a que o próprio Pinochet escapou", afirmou um porta-voz da AI.
O secretário-geral da ONU, Kofi Annan, em mensagem em razão do Dia Internacional dos Direitos Humanos, que este ano foi dedicada a Darfur, pediu que esta região sudanesa atue sob o princípio da "responsabilidade de proteger", e também para acabar com as prisões secretas em nome da luta antiterrorista.
Annan ressaltou a necessidade de acabar com a impunidade das violações dos direitos humanos e disse que, embora tenham acontecido avanços, como os tribunais especiais da antiga Iugoslávia, Ruanda e Serra Leoa, ainda falta muito a ser feito.
O secretário-geral da ONU agradeceu o trabalho realizado pelas 26 mil ONGs registradas em todo o mundo, especializadas no tráfico de seres humanos, na tortura, nos direitos infantis e na migração.
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